domingo, 26 de junho de 2011

Declaração do México

Recentemente no V Encontro Ibero-americano de museus foi discutido a questão do tráfico de bens culturais e até que ponto isso afeta as sociedades ibero-americanas. E são nessas discussões que surgem importantes documentos que regem as áreas de patrimônio, museus, memória, identidade, etc. No encontro referenciado foi criado mais um documento importante, Declaração do México.

Diante do que já estudaram, quais são as outras cartas e declarações importantes para museologia?
E onde podemos encaixar o problema do tráfico de bens culturais no plano museológico? Quais seriam as propostas de vocês para que esse problema não ocorra?

Façam suas contribuições! Vamos discutir!

Um comentário:

  1. O documento mais importante na área museológica, até hoje, creio eu, é a Carta de Santiago do Chile, de 1972 e que estabeleceu o papel social dos museus, redirecionando a Museologia e a atuação dos museus a partir dessa data.
    A Declaração do México vem tratar de um assunto relevante para os dias atuais, que é o tráfico de bens culturais, e propõe medidas bastante viáveis para o seu controle, prevenção e combate, como o fortalecimento de políticas públicas, a integração e capacitação dos atores dessa área, a constituição e divulgação de inventário dos bens e de lista de bens roubados, a firma de convênio de cooperação e campanha de combate ao tráfico em âmbito iberoamericano, e a proposição da confecção de um instrumento normativo internacional em relação ao patrimônio museológico.
    Significativa dessa Declaração é a percepção dos países membros do Instituto de que somente com a sua união e ações conjuntas e integradas conseguirão controlar, prevenir e combater o tráfico ilícito do seu patrimônio museológico.

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